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Resumo em 10 segundos

Do Big Data à IA, a nova regra do MPPE tenta colocar segurança, ética e acessibilidade no centro da tecnologia usada pela Justiça. ⚖️💻

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O MPPE está redesenhando os bastidores digitais da Justiça em Pernambuco. 💻⚖️ A Resolução nº 18/2026 cria uma Política de Governança de Tecnologia e Inovação para orientar sistemas, dados, IA e segurança. 🧵

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A história começa com uma mudança silenciosa: nos últimos dois anos, o Ministério Público ampliou aplicativos, sistemas de informação e integrações com redes internas e externas. Cada avanço, porém, trouxe uma nova responsabilidade.

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Mais sistemas significam mais dados — alguns ligados a investigações, denúncias e à privacidade de cidadãos. A nova política surge para que inovação não vire improviso: tecnologia precisa ser planejada, monitorada e protegida.

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A resolução coloca no radar temas que definem o serviço público digital: cibersegurança, proteção de dados, acessibilidade e inclusão. Não basta digitalizar um processo se parte da população fica de fora ou se a informação fica vulnerável.

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Big Data, Internet das Coisas e Inteligência Artificial também entram na política. O ponto central é o uso ético: essas ferramentas podem acelerar análises e atendimentos, mas exigem critérios claros, transparência e supervisão humana.

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Para coordenar a operação, o MPPE organizou três frentes: o Comitê Estratégico de Tecnologia e Inovação, o comitê de sistemas da área-fim e o da área-meio. O CETI decide planos, prioridades orçamentárias e mecanismos de governança.

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Na execução, a Coordenadoria Ministerial de TI seguirá à frente. A aposta é transformar a tecnologia em infraestrutura confiável para o trabalho institucional — e não apenas em uma coleção de ferramentas desconectadas.

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No fim, a medida trata menos de computadores e mais de confiança. Quando dados sensíveis, algoritmos e serviços públicos caminham juntos, governança deixa de ser burocracia: vira condição para uma Justiça digital mais segura e acessível.

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