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Resumo em 10 segundos

Calor extremo, poluição e eventos climáticos afetam o corpo e o trabalho. A Prefeitura de São Paulo apresentou ações preventivas para proteger servidores e população. 🌿🏥

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Mudanças climáticas não são só tema ambiental: elas já afetam a saúde, o trabalho e a qualidade de vida nas cidades. 🌡️🏥 Em seminário da Prefeitura de São Paulo, a Saúde destacou medidas preventivas diante de efeitos como os do El Niño. 🧵

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Vamos por partes: ondas de calor podem causar desidratação, exaustão e piora de doenças cardíacas e respiratórias. Já enchentes aumentam riscos de acidentes, contaminação da água e doenças transmitidas por vetores. Prevenir é proteger antes da emergência.

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O encontro reuniu áreas da Prefeitura para discutir os impactos no funcionalismo e na população. A lógica é simples: saúde não trabalha sozinha. Transporte, áreas verdes, limpeza urbana, educação e defesa civil também influenciam quem adoece — e quem consegue se proteger.

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A Secretaria Municipal da Saúde citou o Programa Ambientes Verdes e Saudáveis (Pavs), integrado à Estratégia Saúde da Família. Na prática, equipes da atenção básica podem orientar comunidades sobre ambiente, prevenção e hábitos que reduzem riscos no território.

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Uma das medidas mencionadas foi a previsão de 2 mil ônibus elétricos. Menos emissão no transporte coletivo significa menos poluição do ar — um fator ligado ao agravamento de asma, bronquite e problemas cardiovasculares. Mobilidade limpa também é prevenção em saúde.

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Com cerca de 130 mil servidores municipais, a discussão inclui proteção no trabalho: informação sobre calor, pausas, hidratação, locais adequados e protocolos para eventos extremos. Adaptar serviços públicos ao clima é cuidar de quem atende a cidade e de quem depende deles.

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A principal lição é direta: prevenir os impactos climáticos custa menos — em sofrimento e em recursos — do que agir só depois do desastre. Saúde pública resiliente depende de planejamento contínuo, dados locais e acesso igual à proteção em todos os bairros.

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