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Resumo em 10 segundos

MDF, tampinhas e banners descartados ganham uma nova função: melhorar a mobilidade, o aprendizado e o bem-estar. ♻️🦿

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Na UFG, materiais que iriam pro lixo estão virando cadeiras de rodas, próteses e brinquedos adaptados para pessoas com deficiência. ♻️🦿 E tudo começa com ciência, design e escuta de quem realmente vai usar. 🧵

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O Lab.EITA — Laboratório de Estudos Inventivos em Tecnologias Assistivas — usa MDF, tampinhas de garrafa PET, banners descartados e impressão 3D para criar soluções sob medida.

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Tem de tudo um pouco: colheres adaptadas, próteses para mãos, pés e cabeça, cadeiras especiais e parapódios — suportes que ajudam crianças a ficar em pé, sustentar o tronco e se movimentar melhor.

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O detalhe mais importante: não é só “imprimir uma peça”. A equipe avalia cada pessoa com fisioterapeutas antes de produzir o dispositivo. Assim, ele faz sentido para o corpo e para a rotina de quem vai usar.

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Depois da entrega, o trabalho continua. Três meses depois, o Lab.EITA entra em contato para saber se deu certo e ajustar o que for preciso. Tecnologia assistiva boa não termina quando sai da impressora 3D.

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São 15 bolsistas de design, fisioterapia, arquitetura e engenharia da computação trabalhando juntos. Esse encontro de áreas mostra como ciência aplicada pode resolver problemas bem concretos do dia a dia.

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E tem uma ideia muito potente no horizonte: disponibilizar os projetos on-line e de graça, para que mais profissionais possam baixar os arquivos e reproduzir as ferramentas onde forem necessárias.

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Quando conhecimento público, reciclagem e cuidado se encontram, autonomia deixa de ser artigo de luxo. Às vezes, uma tampinha, uma impressora 3D e uma boa equipe podem abrir caminhos enormes.

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