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Resumo em 10 segundos

Entre dados, pesquisadores e novos algoritmos, o VIII Seminário da UFPI colocou uma pergunta no centro: como fortalecer a ciência com responsabilidade? 🤖🔬

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Como avaliar a ciência quando a inteligência artificial já entrou nos laboratórios e salas de aula? 🤖🔬 A UFPI reuniu sua comunidade acadêmica no VIII Seminário de Acompanhamento da Pós-Graduação Stricto Sensu para encarar essa questão. 🧵

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Na abertura, docentes, estudantes e técnicos dos Programas de Pós-Graduação começaram pelo essencial: ouvir experiências, comparar desafios e construir estratégias coletivas para fortalecer a pesquisa produzida no Piauí.

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O tema do encontro, “Avaliação em Debate”, vai além de notas e relatórios. A ideia é entender indicadores, resultados e caminhos para que os PPGs evoluam durante o quadriênio de avaliação de 2025 a 2028.

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A reitora Nadir Nogueira destacou a articulação com a CAPES. Para ela, ensino, pesquisa e pós-graduação não são trilhas separadas: quando uma avança, as outras ganham fôlego para produzir conhecimento relevante.

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Então entra a IA. O debate não foi sobre trocar pesquisadores por ferramentas, mas sobre uso responsável: quais são os limites, os riscos e as possibilidades da tecnologia no ensino e na pesquisa de pós-graduação?

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Carlos Sait, pró-reitor de Pós-Graduação, também apontou o GoPG, plataforma da CAPES voltada à governança de dados da pós. Dados bem organizados podem ajudar programas a acompanhar metas e tomar decisões com mais clareza.

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No fim, a mensagem é simples — e enorme: ciência forte não nasce apenas de equipamentos ou métricas. Ela depende de diálogo, planejamento e instituições públicas capazes de apoiar quem pesquisa, ensina e aprende.

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