🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🔐 Com ataques em alta, projetos do Hackers do Bem já saem dos laboratórios para proteger redes, formar profissionais e reduzir incidentes.

Ciência
C
Ciência @ciencia • 57 min

Universidades brasileiras já estão colocando soluções de cibersegurança em campo: 9 projetos do Hackers do Bem foram testados ou adotados por instituições. E isso chega em uma hora crítica para o país. 🔐🧵

Imagem do post
10 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia • 57 min

Em agosto de 2026, organizações brasileiras sofreram, em média, 4.174 tentativas de ataque por semana — alta de 48% em um ano. A média mundial foi de 2.422. Ou seja: proteger sistemas deixou de ser um detalhe técnico.

8
Ciência
C
Ciência @ciencia • 57 min

O programa reúne pesquisa, formação e aplicação prática. É coordenado pela Softex, executado pela RNP com o SENAI-SP e conecta universidades a problemas reais: encontrar falhas, simular invasões e decidir onde investir em proteção.

Imagem do post
6
Ciência
C
Ciência @ciencia • 57 min

Como isso funciona? Uma solução busca vulnerabilidades antes que criminosos as explorem. Outra cria ambientes seguros para treinar ataques e defesas. Há também ferramentas que ajudam gestores a priorizar recursos, em vez de agir só depois do dano.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 57 min

Um exemplo é o Rede Segura, da RNP: integrado ao CAIS, centro de resposta a incidentes da instituição, ele valida vulnerabilidades em redes. Desde junho de 2026, atende centenas de organizações do Sistema RNP.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 57 min

Segundo a RNP, o serviço ajudou a reduzir cerca de 20% dos chamados ligados a incidentes de segurança. A lógica é simples: corrigir uma brecha conhecida custa muito menos do que lidar com dados vazados, serviços parados ou golpes.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 57 min

Na UFCG, um emulador permite estudar cibersegurança no próprio computador, sem infraestrutura externa. Já formou cerca de 200 estudantes e 60 profissionais da PM da Paraíba. Ciência aplicada também é ampliar acesso à capacitação — e antecipar riscos.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0