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Resumo em 10 segundos

Boato nas redes tenta transformar um sistema com camadas de auditoria em ação de uma pessoa só. Entenda o que trava alterações no software. 🔐

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Não, o secretário de TI do TSE não consegue “mexer no software” das urnas sozinho para favorecer candidato nenhum. 🔐 A alegação viral ignora como os sistemas são assinados, lacrados e fiscalizados antes da eleição. 🧵

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O ponto central é bem técnico: depois que o software eleitoral é assinado digitalmente e lacrado em cerimônia pública, ele não pode ser alterado livremente. Qualquer mudança quebra a integridade verificada do sistema e deixa rastros eletrônicos.

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E não é um processo de “confia em mim”. A lacração é acompanhada por entidades fiscalizadoras, com regras e etapas formais previstas pela Justiça Eleitoral. É justamente para que nenhuma pessoa concentre controle sobre o resultado.

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Se uma alteração fosse necessária após a lacração, ela teria de ser divulgada antes. Depois, os sistemas passariam de novo por análise, compilação, assinatura digital e outra cerimônia pública de lacração.

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Também rolou a acusação de que Júlio Valente seria “petista de carteirinha”. Além de não provar manipulação técnica alguma, a lei impede servidores da Justiça Eleitoral de terem filiação partidária.

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A tecnologia eleitoral não é perfeita por mágica: ela depende de procedimentos, registros e fiscalização contínua. É saudável cobrar transparência — mas boato não é auditoria. Segurança digital se discute com evidência, não com “superpoderes” inventados.

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