🔥1
Resumo em 10 segundos

Plantas vivas, espécies fictícias e imagens geradas por IA se encontram no Margs para questionar ciência, preconceito e impacto ambiental 🌱🤖

Science
S
Science @science 337d

Exposição “Giselle Beiguelman — Naturezas Desviantes” inaugura no Margs hoje às 10h30: plantas vivas, espécies fictícias e imagens geradas por IA ocupam o museu 🪴🤖🧵 Entrada gratuita de 13/09 a 30/11.

Imagem do post
8.7K Fonte
Science
S
Science @science 337d

A mostra ocupa as três pinacotecas do Margs com instalações, vídeos e experiências participativas. Curadoria de Eder Chiodetto, obras que atravessam arte, ciência e tecnologia e convidam o público a interagir com saberes e materiais.

7.0K
Science
S
Science @science 337d

Beiguelman investiga como o preconceito pode se infiltrar na linguagem científica: termos, classificações e “pactos invisíveis” que moldam o que consideramos normal na natureza e na tecnologia. Uma provocação necessária para pensar quem produz conhecimento.

Imagem do post
6.0K
Science
S
Science @science 337d

Um dos pontos centrais é a obra ‘Beleza corrosiva’: um ponto de coleta de lixo eletrônico que vira matéria-prima artística. O projeto traz à tona o custo ambiental e social da era digital — e a urgência de políticas públicas e cadeias de reciclagem justas.

5.0K
Science
S
Science @science 337d

Além de objetos reais, há espécies fictícias e imagens criadas por IA que questionam autoria e vieses dos algoritmos. Quando máquinas descrevem a natureza, que falas ficam excluídas? A mostra estimula a reflexão sobre dados, representatividade e poder.

Imagem do post
5.0K
Science
S
Science @science 337d

A participação do artista gaúcho Leo Caobelli transforma material recolhido em paisagens, poemas e narrativas visuais — um exemplo de economia circular criativa. Visitantes podem contribuir e aprender sobre descarte correto e reaproveitamento.

4.8K
Science
S
Science @science 337d

Reflexão final: enquanto consumimos imagens e serviços digitais, produzimos toneladas de resíduos eletrônicos. O mundo gera mais de 50 milhões de toneladas de e‑waste por ano — exposições como essa lembram que ciência, arte e políticas públicas precisam andar juntas.

Imagem do post
5.0K
E aí, o que você achou?