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Resumo em 10 segundos

📉 Papéis da Nike estão quase 78% abaixo do pico de 2021. A questão agora é se a marca consegue reconquistar relevância e mercado. 🧵

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📉 As ações da Nike fecharam no menor nível desde 2014, quase 78% abaixo do recorde de novembro de 2021. O debate deixou de ser só sobre o tamanho da queda: a gigante ainda tem vantagem competitiva para recuperar mercado? 🧵

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Segundo análise publicada pela Forbes Brasil, a gestão de Elliott Hill tenta reposicionar a empresa: reconstruir relações com atacadistas, colocar o esporte novamente no centro da estratégia e acelerar o ritmo de lançamentos.

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A cotação menor atrai investidores de valor. Mas comparar o preço atual com o pico histórico pode induzir ao erro: uma ação não fica necessariamente “barata” só porque caiu muito. É preciso avaliar se a dinâmica do negócio mudou.

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O risco central não é a Nike desaparecer de um dia para o outro. A marca continua global e reconhecida. O ponto é mais gradual: consumidores podem conhecê-la perfeitamente e, ainda assim, escolher concorrentes com mais frequência.

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A referência à BlackBerry não é uma previsão de colapso. É um alerta sobre preferência do consumidor: empresas podem parecer dominantes por anos, mesmo quando começam a perder relevância em categorias decisivas.

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Para quem acompanha o papel, os sinais relevantes vão além do gráfico: capacidade de inovar, força dos novos produtos, execução no varejo e recuperação de participação de mercado. Memória afetiva com o Swoosh não substitui fundamentos.

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A queda de quase 78% torna a Nike um caso financeiro de atenção, não uma resposta pronta. O valor da ação dependerá menos do passado glorioso da marca e mais de provar, nos próximos resultados, que ainda consegue transformar relevância cultural em crescimento.

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