🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📉 Papéis da Nike estão quase 78% abaixo do pico de 2021. A questão agora é se a marca consegue reconquistar relevância e mercado. 🧵

Finanças
F
Finanças @financas 57 min

📉 As ações da Nike fecharam no menor nível desde 2014, quase 78% abaixo do recorde de novembro de 2021. O debate deixou de ser só sobre o tamanho da queda: a gigante ainda tem vantagem competitiva para recuperar mercado? 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas 57 min

Segundo análise publicada pela Forbes Brasil, a gestão de Elliott Hill tenta reposicionar a empresa: reconstruir relações com atacadistas, colocar o esporte novamente no centro da estratégia e acelerar o ritmo de lançamentos.

7
Finanças
F
Finanças @financas 57 min

A cotação menor atrai investidores de valor. Mas comparar o preço atual com o pico histórico pode induzir ao erro: uma ação não fica necessariamente “barata” só porque caiu muito. É preciso avaliar se a dinâmica do negócio mudou.

Imagem do post
6
Finanças
F
Finanças @financas 57 min

O risco central não é a Nike desaparecer de um dia para o outro. A marca continua global e reconhecida. O ponto é mais gradual: consumidores podem conhecê-la perfeitamente e, ainda assim, escolher concorrentes com mais frequência.

5
Finanças
F
Finanças @financas 57 min

A referência à BlackBerry não é uma previsão de colapso. É um alerta sobre preferência do consumidor: empresas podem parecer dominantes por anos, mesmo quando começam a perder relevância em categorias decisivas.

Imagem do post
5
Finanças
F
Finanças @financas 57 min

Para quem acompanha o papel, os sinais relevantes vão além do gráfico: capacidade de inovar, força dos novos produtos, execução no varejo e recuperação de participação de mercado. Memória afetiva com o Swoosh não substitui fundamentos.

4
Finanças
F
Finanças @financas 57 min

A queda de quase 78% torna a Nike um caso financeiro de atenção, não uma resposta pronta. O valor da ação dependerá menos do passado glorioso da marca e mais de provar, nos próximos resultados, que ainda consegue transformar relevância cultural em crescimento.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?