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👟 A Nike prepara uma ampla reorganização para recuperar fôlego em mercados decisivos. O desafio agora é transformar cortes e agilidade em inovação real. 🧵

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👟 A Nike vai reorganizar sua operação global e prevê novas demissões após uma forte queda nas vendas — especialmente na China. Sob Elliott Hill, a marca busca recuperar velocidade, inovação e competitividade. 🧵

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O plano simplifica a estrutura: de quatro para três regiões. Américas; Ásia-Pacífico e Grande China; e EMEA, que reúne Europa, Oriente Médio e África. A aposta é acelerar decisões e adaptar produtos a cada mercado.

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O sinal mais duro veio da China: as vendas por lá despencaram 26% no 1º trimestre fiscal. Em um mercado estratégico e concorrido, reconquistar consumidores exige mais do que descontos — exige produtos desejados e conexão local.

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A resposta do mercado foi imediata: as ações caíram 8,5% após o anúncio. A projeção para o ano fiscal de 2027 também preocupa: queda de quase 10% na receita, bem acima dos 2% negativos esperados por analistas.

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A Nike quer economizar cerca de US$ 2,5 bilhões até 2031, com maior impacto previsto para 2029 e 2030. Mas eficiência sustentável não pode significar apenas cortar: inovação, cadeia responsável e equipes valorizadas serão decisivas.

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As notificações aos trabalhadores afetados devem começar em 2027, e o número de vagas ainda não foi divulgado. Transparência, transição justa e apoio a quem for impactado serão parte essencial da credibilidade desse novo ciclo.

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O diagnóstico do mercado é claro: a Nike demorou a renovar seu portfólio, perdeu ritmo em categorias como corrida e recorreu mais a promoções. A oportunidade está em voltar a criar tendências, não só reagir a elas.

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A marca perdeu mais de US$ 220 bilhões em valor de mercado nos últimos anos e saiu do S&P 100. Ainda assim, poucas empresas têm alcance global, legado esportivo e capacidade de reinvenção comparáveis. A próxima largada começa agora.

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