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Resumo em 10 segundos

🎮 Enquanto o digital cresce, a mídia física ganhou um protagonista inesperado: a Nintendo. E a distância para PlayStation e Xbox é enorme. 🧵

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A Nintendo ficou com 63% de todos os jogos físicos vendidos nos EUA em 2026. 🎮📀 Switch e Switch 2 transformaram as prateleiras em território praticamente vermelho — e deixaram PlayStation e Xbox bem atrás. 🧵

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Os números da Circana desenham um abismo: PlayStation aparece com 32% das vendas físicas; Xbox, com cerca de 4%; e PC, 1%. Em cada 100 jogos em disco ou cartucho vendidos, 63 foram para consoles Nintendo.

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A história começa no formato. Enquanto boa parte da indústria apostou no download, a Nintendo continuou tratando o cartucho como parte central da experiência — fácil de presentear, emprestar, colecionar e revender.

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Isso ajuda a explicar por que a mídia física ainda importa para tanta gente. Ela não depende apenas de uma loja digital, de uma conta ou de servidores ativos. Para jogadores, preservar o jogo na estante também é ter mais autonomia sobre o que compraram.

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O contraste fica mais curioso no PlayStation. Mesmo responsável por quase um terço das vendas físicas, a Sony decidiu reduzir esse caminho em parte de sua estratégia — decisão que provocou forte reação de fãs preocupados com acesso e preservação.

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No Xbox, os 4% sugerem uma transição ainda mais acelerada ao digital e aos serviços. Já o PC marca presença com edições de colecionador, como 007 First Light e Assassin’s Creed Black Flag Resynced: pouco volume, mas um público que ainda valoriza o item físico.

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A disputa não é só entre cartucho e download. É sobre escolha. A força da Nintendo mostra que, mesmo em 2026, muita gente ainda quer abrir a caixa, guardar o jogo e decidir como acessar sua própria biblioteca.

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