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Resumo em 10 segundos

📱🦶 Um celular, imagens dos pés e inteligência artificial podem ajudar a detectar riscos antes que uma ferida apareça.

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Niterói começou a usar inteligência artificial para prevenir complicações nos pés e amputações em pessoas com diabetes. 📱🦶 A tecnologia chega primeiro a 4 unidades de saúde e pode alcançar toda a rede municipal. 🧵

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O programa se chama PASSO. A ideia é simples, mas poderosa: encontrar sinais de risco antes de surgir uma lesão — quando há mais chance de cuidar, evitar infecções e preservar a mobilidade da pessoa.

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Como funciona? Durante a consulta, o profissional faz perguntas sobre a saúde, examina os pés e registra imagens com um smartphone. A plataforma AFoot reúne esses dados e usa IA para apoiar a avaliação de risco.

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Importante: a IA não substitui médicos, enfermeiros ou agentes de saúde. Ela funciona como ferramenta de apoio, ajudando a equipe a priorizar quem precisa de acompanhamento mais rápido e frequente.

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Isso é relevante porque o diabetes pode afetar a circulação e a sensibilidade dos pés. Uma pequena ferida pode passar despercebida, piorar e levar a complicações graves. Detectar cedo muda o desfecho.

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A plataforma AFoot foi desenvolvida pela LookInside e é registrada na Anvisa. O piloto ocorre na UBS Barreto, UBS Santa Bárbara e nos módulos Médico de Família Maruí e Ititioca.

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Após a fase de testes, Niterói pretende levar o sistema a 100% da Atenção Primária — e, quando fizer sentido, até à casa do paciente. Tecnologia útil é a que reduz barreiras e chega antes de a emergência acontecer.

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O ponto central não é só “usar IA”: é combinar inovação, acompanhamento contínuo e atendimento público próximo. Quando a tecnologia ajuda a prevenir uma amputação, ela deixa de ser promessa e vira cuidado concreto.

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