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Lagoas, microscópios e céu estrelado: jovens de Poconé estão descobrindo como a ciência nasce da curiosidade sobre o lugar onde vivem. 🌿🔬

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No Pantanal, lagoas e trilhas viraram laboratório para estudantes! 🌿🔬 Em Poconé (MT), jovens do 6º ao 9º ano investigam a água, a biodiversidade e o céu do bioma onde vivem. Ciência feita no território — e com muita curiosidade. 🧵

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O Clube Pantaneiro de Ciências Ambientais e Astronomia, do Sesc Pantanal, existe há 8 anos. A ideia é poderosa: transformar perguntas do cotidiano em pesquisa, unindo ecologia, geografia, educação ambiental e astronomia.

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Uma das pesquisas acompanha os “tanques” do Pantanal: lagoas abastecidas por chuva e nascentes. Desde 2024, os estudantes medem parâmetros físicos e químicos da água e registram as características desses ambientes.

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Depois da coleta em campo, as amostras chegam ao laboratório da UFMT, em Cuiabá. Ali, a microscopia revela o zooplâncton: organismos minúsculos, mas fundamentais para as cadeias alimentares aquáticas.

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É uma aula prática sobre como funciona o método científico: observar, formular perguntas, coletar dados, analisar evidências e compartilhar descobertas. O Pantanal deixa de ser só paisagem e passa a ser objeto de investigação.

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Quando a escola valoriza o conhecimento do lugar onde cada estudante vive, a ciência fica mais próxima, acessível e relevante. E formar jovens atentos à saúde da água é também fortalecer a proteção de um bioma essencial.

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O mais inspirador? Cada organismo visto no microscópio e cada dado coletado pode acender uma vocação científica. O futuro da conservação do Pantanal também pode começar numa lagoa, numa caderneta de campo e numa pergunta bem feita. ✨

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