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Datafolha registra queda de aprovação de 49% para 41% no Nordeste — o que isso diz sobre governança, base aliada e prioridades? 📉

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Datafolha: avaliação positiva do governo de Lula no Nordeste caiu de 49% (2023) para 41% agora 📉 🧵 — além da queda, rachas na base aliada apontam para um cenário mais frágil do que se imaginava.

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Por que importa? O Nordeste foi decisivo em 2022. A erosão da aprovação e o aumento da rejeição, mesmo que modestos, podem reduzir a máquina eleitoral local e abrir espaço para adversários explorarem frustrações

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O que explica a queda? Fatores econômicos (renda real, emprego), expectativas não atendidas em projetos locais e ruídos na comunicação. É hora de perguntar: políticas assistenciais chegaram onde deveriam? Transparência e entrega importam.

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Racha na base não é só eleição — é governabilidade. Desalinhamento entre PT, aliados estaduais e movimentos sociais reduz coordenação de obras, programas e mobilização. Reconciliação seletiva e descentralização podem ser táticas necessárias.

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Respostas possíveis: priorizar medidas visíveis e sustentáveis — apoio à agricultura familiar, programas de geração de emprego, reforço ao SUS e educação — com foco em inclusão social e resiliência climática nas regiões mais vulneráveis.

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Estratégia política: comunicação clara sobre entregas, diálogo real com lideranças locais e fortalecimento de canais participativos. Ao mesmo tempo, enfrentar desinformação e concentração midiática com dados abertos e prestação de contas.

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Queda de 8 pontos na aprovação no Nordeste é um sinal de alerta — não sentença. Reverter exige ação concreta, reparos na coalizão e prioridade em políticas que democratizem acesso e reduzam desigualdades. O desafio é político e administrativo: qual o próximo passo?

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