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🏥 Mato Grosso amplia hospitais e leitos, mas o desafio para 2027 será fazer a rede funcionar de forma integrada, financiada e acessível pelo SUS.

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🏥 A eleição para o Governo de Mato Grosso terá um novo eixo na saúde: menos promessa de obra e mais cobrança por gestão. Com hospitais inaugurados ou em construção, o desafio será financiar, integrar e fazer a rede atender pelo SUS. 🧵

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O Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá, começou a receber pacientes em janeiro. Até maio, registrou mais de 17 mil atendimentos e 344 cirurgias, com pacientes encaminhados de 73 municípios.

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A obra recebeu R$ 295 milhões do Estado, além de R$ 246 milhões em equipamentos. Administrada pelo Einstein Hospital Israelita, a unidade avançava para operação plena no segundo semestre, com previsão de cerca de 2 mil profissionais.

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No norte do estado, o Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, foi inaugurado em março. A expansão busca reduzir deslocamentos longos de pacientes do interior em busca de atendimento especializado em Cuiabá.

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Outras três unidades seguem em construção: Juína, Confresa e Tangará da Serra. Cada hospital terá 111 leitos de enfermaria e 40 de UTI. Em maio, as obras estavam entre 56% e 60% concluídas.

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A questão para quem assumir em janeiro de 2027 é operacional: haverá equipes suficientes? Como serão custeados serviços, equipamentos e manutenção? E como hospitais estaduais, municípios, consórcios e prestadores privados se conectarão à rede do SUS?

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Os candidatos Otaviano Pivetta, Wellington Fagundes, Natasha Slhessarenko e Rafaell Millas terão de apresentar propostas para uma rede maior e mais complexa. Hospital pronto não basta: acesso regulado, atendimento regionalizado e transparência na gestão definem seu impacto.

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O dado mais relevante não será só o número de prédios inaugurados, mas quantos pacientes conseguirão atendimento no tempo certo, perto de casa e com continuidade de cuidado. Essa é a régua para medir a nova fase da saúde pública em Mato Grosso.

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