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Resumo em 10 segundos

BNDES liberou crédito para a Scitech, de Goiás, ampliar o fôlego financeiro enquanto fornece dispositivos que podem fazer diferença em procedimentos pelo SUS. 🫀

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R$ 25 milhões para ajudar a abastecer o SUS com dispositivos médicos feitos no Brasil. 🫀🧵 O BNDES aprovou o financiamento para a Scitech, fabricante instalada em Aparecida de Goiânia (GO).

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Na prática, o dinheiro entra pelo programa BNDES Fornecedores SUS e dá mais liquidez à empresa para produzir e entregar equipamentos à rede pública. Não é recurso sem contrapartida: o crédito depende de vendas ao SUS no mesmo valor.

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A Scitech fabrica itens usados em procedimentos delicados: stents coronários e vasculares, cateteres, partículas de embolização e acessórios para endoscopia, endocirurgia e tratamentos vasculares.

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Sabe aquele tipo de material que pode estar presente num atendimento cardíaco ou vascular? É disso que estamos falando. Ter produção nacional pode reduzir a dependência de importações e dar mais previsibilidade ao abastecimento.

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Esse não é o primeiro contrato: em 2025, a empresa recebeu R$ 20 milhões e, segundo o BNDES, comprovou vendas ao SUS acima desse valor. Agora, o novo financiamento mantém essa conexão direta entre crédito e atendimento público.

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A empresa produz no Brasil desde 2003, emprega mais de 300 pessoas e atua diretamente em cinco países. Investir em capacidade produtiva local também ajuda a manter conhecimento técnico e empregos qualificados por aqui.

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O ponto central é simples: quando a saúde pública consegue acesso estável a tecnologias essenciais, quem depende do SUS ganha. Crédito com contrapartida de fornecimento pode ser uma ferramenta bem concreta para aproximar indústria e cuidado. 🏥

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