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Do Nu Stadium aos boxes da Mercedes: o banco brasileiro elevou o marketing para entrar no mercado financeiro mais disputado do mundo. 🟣🏁

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O Nubank está levando Messi, Fórmula 1 e influenciadores para a disputa pelos clientes dos EUA. 🟣🧵 A ambição é construir marca no maior — e mais concorrido — mercado financeiro do planeta.

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O roteiro começou em Miami. Em março, o Nu virou parceiro principal do Inter Miami e deu seu nome ao futuro estádio do clube: Nu Stadium. Messi, rosto global do time, virou também uma vitrine poderosa para o banco.

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A cena ganhou um capítulo simbólico: Messi alcançou 100 gols pelo Inter Miami justamente no Nu Stadium. Para uma empresa que quer ser reconhecida nos EUA, poucos palcos entregam tanta atenção internacional.

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Em outra pista, o Nubank fechou parceria com a Mercedes-AMG Petronas na Fórmula 1. A categoria reúne 827 milhões de fãs no mundo, segundo a empresa — audiência que ajuda a marca a falar com públicos muito além da América Latina.

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Por trás dos holofotes, há uma conta crescente. No 1º semestre, o grupo gastou US$ 145,5 milhões em branding e publicidade: alta de 53% ante um ano antes. Somando marketing, foram US$ 166,3 milhões, +49%.

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A terceira frente são os creators. Kim Farrell, líder global de marketing e ex-TikTok, buscou influenciadores em Miami para ações remuneradas sobre finanças, carreira, família, viagens e empreendedorismo.

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O modelo já vem sendo testado em escala: em 2025, o Nu trabalhou com 149 criadores globalmente. Foram 399 publicações nos canais deles e mais 715 conteúdos para os perfis da companhia.

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A aposta é clara: antes de disputar depósitos, cartões e confiança, o Nubank quer disputar atenção. Nos EUA, onde bancos tradicionais dominam há décadas, transformar visibilidade em clientes será o verdadeiro teste.

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