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Mensagens privadas com relatos de racismo, capacitismo e homofobia levaram a suspensões cautelares e a uma apuração disciplinar. 🩺🧵

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Mensagens privadas atribuídas a estudantes de Medicina colocaram Bom Jesus de Itabapoana diante de uma pergunta decisiva: que tipo de profissional a universidade está formando? 🩺🧵

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Segundo o Unifamesc, conversas em um aplicativo de mensagens continham manifestações racistas, capacitistas e homofóbicas. A instituição informou ter tomado conhecimento do caso na segunda-feira (26).

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A resposta inicial foi a suspensão cautelar dos alunos envolvidos e a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar. A apuração deve esclarecer os fatos e responsabilidades, com ampla defesa e contraditório.

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O episódio vai além de uma conversa virtual. Na Medicina, ética, escuta e respeito não são disciplinas periféricas: influenciam diretamente a confiança, o diagnóstico e o cuidado oferecido a pessoas reais.

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O Unifamesc também mobilizou sua Comissão Permanente de Diversidade, Equidade e Inclusão para acolher a comunidade acadêmica e promover debates e ações educativas de prevenção à discriminação.

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A OAB da 17ª Subseção repudiou o caso. A mensagem central é simples, mas exige prática: formação universitária não é só domínio técnico; é também responsabilidade humana e cidadã.

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Hospitais e consultórios recebem uma sociedade diversa. Garantir que futuros profissionais saibam cuidar sem preconceito é uma exigência científica, ética e de saúde pública — não um detalhe do currículo.

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