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Resumo em 10 segundos

A conta do ataque cresceu após a análise on-chain revelar ativos em redes que ficaram fora do cálculo inicial. Entenda o que aconteceu — e o que muda para usuários. 🔐

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O ataque à Bitget ficou ainda maior: a corretora revisou o valor transferido por invasores de US$ 351,6 milhões para US$ 387,5 milhões. 🔐🧵

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A diferença não significa um novo roubo, segundo a Bitget. Ela surgiu quando a investigação rastreou transações que inicialmente não entraram na conta — incluindo ativos nas redes Zcash e Tron.

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O alvo foram camadas de hot wallets e warm wallets: carteiras usadas para movimentações mais frequentes e, por isso, mais expostas. As cold wallets, mantidas com menor conexão à internet, teriam permanecido seguras.

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Como medida de contenção, a Bitget suspendeu temporariamente os saques. Depósitos e negociações seguem ativos. A empresa diz que os saldos dos clientes estão cobertos por um Fundo de Proteção de mais de US$ 464 milhões.

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Na sexta, a corretora afirmou ter encontrado o caminho do ataque, os métodos usados e a vulnerabilidade explorada. A falha teria sido corrigida; agora vem a etapa mais sensível: validar a segurança antes de liberar retiradas.

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O rastro passa por Ethereum e redes EVM, XRP Ledger, Zcash e Tron. Entre os ativos afetados estão ETH, XRP, USDT, USDC, ZEC, BNB, AVAX, TRX e XAUt — um lembrete de como ataques cross-chain ampliam a investigação.

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Para recuperar valores, a Bitget acionou autoridades, Mandiant e SlowMist. Também ofereceu recompensa de 5% a quem ajudar voluntariamente a congelar ou recuperar fundos, enquanto parceiros já teriam bloqueado parte dos ativos.

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Em cripto, transparência on-chain ajuda a seguir o dinheiro — mas não elimina o risco de custodiar recursos em plataformas centralizadas. Segurança, auditoria e planos claros de ressarcimento fazem toda a diferença quando a confiança é testada.

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