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🇧🇷🤝🇪🇬 Uma delegação egípcia conheceu CAPS i, SUS e acolhimento digital para jovens. Mas a troca levanta uma pergunta: o modelo recebe o investimento que merece? 🧠

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Brasil e Egito trocaram experiências sobre saúde mental de crianças e adolescentes 🧠🇧🇷🇪🇬🧵 A delegação egípcia veio conhecer CAPS i, SUS e ferramentas de acolhimento. A pergunta é: por que um modelo que inspira outros países ainda enfrenta tantos desafios aqui?

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A visita ocorreu de 21 a 25 de setembro e integra a cooperação entre Brasil, Egito e UNICEF. O objetivo egípcio: estruturar um Centro Nacional de Excelência em Saúde Mental e Apoio Psicossocial. Cooperação internacional pode acelerar cuidados onde eles mais faltam?

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No centro da agenda estavam os CAPS i: serviços públicos voltados a crianças e adolescentes em sofrimento psíquico intenso. Mas quantas famílias sabem que eles existem — e quantas conseguem atendimento perto de casa, no momento em que precisam?

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A delegação também conheceu a Estratégia Saúde da Família e o SUAS. Faz sentido separar saúde mental de escola, renda, violência, moradia e proteção social? Para uma criança, sofrimento não chega dividido em caixinhas de ministérios.

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Outro destaque foi o Pode Falar, disponível no Meu SUS Digital: acolhimento, escuta e orientação para pessoas de 13 a 24 anos. Uma plataforma digital amplia a porta de entrada — mas internet, privacidade e letramento digital estão garantidos para todos?

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O intercâmbio envolveu Ministério da Saúde, ABC, MRE, MDS, MDHC, GDF e UNICEF. Essa articulação é essencial, mas fica a provocação: coordenação institucional basta sem equipes valorizadas, serviços financiados e cuidado contínuo nos territórios?

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O Egito veio buscar referências no Brasil. Isso é motivo de reconhecimento ao SUS — e também de cobrança. Se o país exporta experiências de cuidado psicossocial, não deveria assegurar que toda criança e adolescente possa acessá-las, sem depender do CEP?

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