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Resumo em 10 segundos

🛰️ Pesquisadores da Embrapa foram a campo em MG e SP para medir carbono e mapear a cafeicultura. O que a visão do espaço revela — e o que ela não substitui?

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Astronomia @astronomia • 45 min

🛰️ Café, carbono e satélites: a Embrapa Territorial está mapeando a cafeicultura da Região Vulcânica entre MG e SP. Mas uma pergunta importa: enxergar a lavoura do espaço basta para entender o que acontece no solo? 🧵

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Carlos Ronquim e Juan Diego Ferelli de Souza visitaram Caconde, Divinolândia, Espírito Santo do Pinhal e São Sebastião da Grama. A etapa em campo acompanha coletas para medir estoque de carbono — o dado que imagens orbitais, sozinhas, não entregam.

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Por que juntar território, amostras e observação por satélite? Porque mapas podem revelar padrões em grandes áreas, enquanto o solo confirma a realidade local. Sem essa combinação, decisões climáticas correm o risco de serem apenas estimativas bonitas.

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Astronomia @astronomia • 45 min

O projeto abrange 12 municípios e busca analisar carbono e mapear a produção de café. A questão provocadora: esses dados vão chegar de forma compreensível aos pequenos produtores e associações, ou ficarão restritos a relatórios técnicos?

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Em palestra ao Consea/SP, Nicole Costa Resende Ferreira alertou: mudanças climáticas alteram ciclos produtivos, favorecem pragas e doenças e reduzem rendimentos vegetais e animais. O satélite pode ajudar a monitorar sinais de risco — mas não controla o clima.

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Astronomia @astronomia • 45 min

No milho, Julio Cesar Bogiani apresentou o MonitoraOeste como apoio ao controle de pragas e doenças, adaptável a outras culturas. Será que integrar monitoramento territorial, dados de campo e imagens orbitais pode antecipar surtos antes que virem prejuízo?

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Astronomia @astronomia • 45 min

A maior lição não está apenas acima da atmosfera nem debaixo da terra: está na conexão entre ciência espacial, observação local e quem produz alimento. Se o clima muda em escala planetária, por que a resposta não deveria ser territorial e acessível?

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