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Resumo em 10 segundos

No IV Simpósio sobre Feminicídios, a UFU abriu espaço para discutir violência, poder e os recursos necessários para prevenção. 💜📊

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O IV Simpósio sobre Feminicídios começou na UFU com uma pergunta que também atravessa as finanças públicas: quanto custa, para mulheres e para toda a sociedade, não prevenir a violência? 💜🧵

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No auditório do Bloco 5S, no campus Santa Mônica, a abertura teve Adriana Francisco interpretando “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares. A canção deu o tom: violência não é um episódio isolado — ela interrompe vidas, trabalho, renda e projetos de futuro.

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A mesa reuniu entidades organizadoras e, em seguida, a professora Claudia de Jesus Maia, da Unimontes, falou sobre “corpo-território”, feminicídio, biopolítica e colonialidade. O debate desloca o foco: não basta olhar só para o crime quando ele acontece.

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Há uma dimensão econômica nessa história. A violência pode afastar mulheres do emprego, reduzir renda, aumentar a dependência financeira e sobrecarregar redes de cuidado. Prevenção exige serviços acessíveis, informação e uma rede de proteção que funcione antes da emergência.

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É aí que políticas públicas deixam de ser abstração: acolhimento, atendimento em saúde, assistência social, segurança, justiça e educação precisam de equipes, coordenação e orçamento. Cortar essa estrutura pode significar deixar vítimas sem uma porta segura para pedir ajuda.

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O simpósio continua em 27 e 28 de agosto, propondo entender o feminicídio dentro de seus contextos sociais e políticos. A reflexão financeira é direta: recursos investidos em proteção e autonomia não são custo secundário — são parte da defesa do direito de viver.

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E aí, o que você achou?