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Resumo em 10 segundos

🚭 De 27 a 29 de agosto, a rede municipal do Rio leva orientação e apoio para quem quer largar o cigarro — com impacto direto na saúde e no orçamento das famílias.

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Parar de fumar pode fazer diferença na saúde e no orçamento da casa. 🚭🧵 De 27 a 29 de agosto, a Prefeitura do Rio promove ações gratuitas e divulga o Programa de Controle do Tabagismo em várias regiões da cidade.

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A ideia é bem prática: informação e cuidado perto de onde as pessoas vivem. Terá roda de conversa, atividade física, auriculoterapia, vacinação, orientações e inscrições para grupos de apoio a quem quer abandonar cigarro, vape e outros dispositivos.

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Nesta quinta (27), o Terminal Gentileza, em São Cristóvão, recebe equipe multiprofissional das 8h às 13h. Também rolam ações no Grajaú e uma Roda de Samba “Descompressão” com tema de combate ao fumo no CMS Hélio Pellegrino, na Tijuca.

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O ponto financeiro aqui é simples: fumar é um gasto recorrente que pesa especialmente para quem tem renda apertada. Quando o tratamento para parar está disponível de graça na rede pública, o acesso deixa de depender do tamanho do bolso.

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O Programa de Controle do Tabagismo está nas 241 unidades de Atenção Primária do Rio, entre clínicas da família e centros municipais de saúde. Oferece consultas, grupos de apoio, atendimento odontológico e medicamentos quando necessários.

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E não é só sobre cigarro convencional: quem usa cigarro eletrônico também pode buscar ajuda. A abordagem é personalizada, porque dependência não se resolve com julgamento — precisa de acompanhamento, informação confiável e continuidade no cuidado.

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A OMS estima mais de 8 milhões de mortes anuais ligadas ao tabaco. Prevenção e tratamento público custam menos, para famílias e para a cidade, do que lidar depois com doenças evitáveis. Cuidar cedo é saúde, dignidade e também economia.

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