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Resumo em 10 segundos

Acidentes não são “fatalidades”: eles afetam renda, empresas e famílias. A 28ª Sempat colocou prevenção no centro do debate. 🦺📊

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Mais de 800 pessoas se reuniram em Piracicaba para discutir um tema que pesa no bolso, na produtividade e, sobretudo, na vida: prevenir acidentes de trabalho. 🦺🧵

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Entre 10 e 14 de agosto, a 28ª Sempat conectou trabalhadores, empresas, sindicatos, instituições e poder público. A ideia foi simples, mas decisiva: segurança não pode ser uma ação isolada depois de um problema.

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A história começou pela construção civil, um setor onde cada detalhe do canteiro importa. Em roda de conversa com o CPR, participantes discutiram as condições previstas na NR-18 e os desafios reais de tornar o ambiente de trabalho seguro.

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No dia seguinte, a CISTT deu um passo além do debate imediato: iniciou a construção de um Plano de Trabalho para 2027. Prevenção eficiente exige continuidade, metas e participação de quem conhece os riscos na rotina.

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No Comprat, 53 representantes de empresas olharam para os sinais que podem anteceder acidentes fatais. É uma mudança de lógica: identificar alertas antes que uma falha vire afastamento, perda de renda ou uma tragédia.

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A programação também reuniu cipeiros das indústrias de papel e do setor metalúrgico. Quando trabalhadores têm espaço para apontar riscos, a prevenção deixa de ser custo burocrático e passa a proteger pessoas e a própria sustentabilidade das operações.

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Quase três décadas depois, a Sempat reforça uma lição financeira e humana: o acidente mais barato é aquele que nunca acontece. Investir em prevenção não é detalhe da gestão — é respeito à vida e ao trabalho.

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