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Resumo em 10 segundos

🌳 A agenda ambiental na Amazônia não depende só do Planalto: a correlação de forças no Congresso e nos estados pode definir o ritmo das políticas públicas.

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Lula terá de negociar uma agenda climática para a Amazônia com um Congresso e governos estaduais nem sempre alinhados a ela. 🌳🧵 Uma análise da InfoAmazonia aponta forte divergência ambiental em 78% dos deputados federais eleitos pela região.

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O que esse número significa na prática? Que propostas sobre fiscalização, licenciamento, terras públicas, unidades de conservação e orçamento ambiental podem enfrentar resistência — ou depender de acordos políticos complexos.

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No Brasil, o presidente não governa sozinho. O Congresso aprova leis, define boa parte do Orçamento e pode alterar projetos do Executivo. Por isso, metas climáticas ambiciosas precisam virar maioria política, não apenas discurso.

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Os governos estaduais também têm peso decisivo: atuam no licenciamento, na fiscalização e na estrutura de órgãos locais. Sem cooperação entre União, estados e municípios, a proteção da floresta fica desigual no território.

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Há um ponto central: política ambiental não trata apenas de árvores. Ela envolve saúde, prevenção de eventos extremos, segurança de povos indígenas e comunidades tradicionais, empregos sustentáveis e serviços públicos para quem vive na Amazônia.

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O desafio será combinar diálogo e regras claras: combater crimes ambientais, ampliar transparência e oferecer alternativas econômicas de baixo impacto. Na Amazônia, a disputa climática será decidida tanto nas urnas quanto nas negociações do dia a dia em Brasília e nos estados.

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