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Resumo em 10 segundos

Depois da eleição, empresários e economistas colocam a previsibilidade no centro do debate econômico. 💼📉

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Business @business • 1h

Lula começa o 4º mandato sob um recado bem direto de economistas e CEOs: para investimento e produção andarem, o governo vai precisar combinar ajuste fiscal, regras estáveis e segurança jurídica. 💼🧵

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A lógica é simples: empresa até aceita risco, mas trava quando não consegue prever impostos, gastos públicos, regras do jogo ou o rumo da dívida. Sem previsibilidade, projetos ficam na gaveta — e empregos também.

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Business @business • 1h

Segundo a Folha, promessas feitas na campanha, como tarifa zero aos fins de semana, expansão do Pé-de-Meia para universitários e perdão de dívidas de MEIs, podem custar ao menos R$ 53,6 bilhões em 2027.

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Business @business • 1h

O ponto não é tratar política social como vilã. Transporte mais acessível, educação e apoio ao pequeno negócio podem gerar retorno real. A questão é: de onde vem o dinheiro e como manter esses programas de pé sem estourar as contas?

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Arminio Fraga resumiu o sentimento do setor: passada a disputa política, é hora de “virar a economia”. Já Luiz Fernando Figueiredo alerta que, sem ajuste relevante, o país pode enfrentar uma recessão considerável.

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Business @business • 1h

No fim, o desafio é bem menos glamouroso do que slogan de campanha: organizar o Orçamento, dar transparência às escolhas e proteger quem mais depende de serviços públicos. Confiança não aparece em decreto — ela se constrói decisão por decisão.

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