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Resumo em 10 segundos

🤖🏥 A primeira cirurgia robótica da Unimed Campo Grande usou o Da Vinci em um tratamento contra o câncer de próstata — e mostra como precisão tecnológica pode mudar recuperações.

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Um paciente de 56 anos entrou no centro cirúrgico para tratar um câncer de próstata. Do outro lado da sala, um robô Da Vinci ajudaria a escrever um marco para Mato Grosso do Sul. 🤖🏥🧵

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O Hospital Unimed Campo Grande realizou sua primeira cirurgia robótica: uma prostatectomia radical, procedimento que remove a próstata e as vesículas seminais em casos de câncer localizado.

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A operação durou cerca de 2h30 e foi conduzida pelo urologista João Juveniz, coordenador do programa de Cirurgia Robótica. Não é o robô que opera sozinho: a decisão e o controle seguem, o tempo todo, nas mãos da equipe médica.

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O Da Vinci, da Intuitive, entrega visão 3D ampliada, movimentos mais estáveis e instrumentos articulados. Em uma região delicada do corpo, esses recursos podem ampliar a precisão de cada etapa da cirurgia minimamente invasiva.

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O desafio não é apenas retirar o tumor. A equipe busca preservar estruturas importantes, como feixes vasculonervosos e o esfíncter urinário — pontos ligados à recuperação da função erétil e da continência.

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Para pacientes elegíveis, a técnica pode significar menos trauma aos tecidos, menor sangramento, menos dor, menos tempo de sonda e de internação. Os resultados variam conforme o quadro clínico, mas a tecnologia amplia possibilidades.

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A prostatectomia radical está no Rol da ANS. O próximo passo é fazer a inovação chegar com segurança, equipes bem treinadas e acesso mais amplo — para que cirurgia robótica não seja um privilégio de poucos, mas uma ferramenta de cuidado.

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O robô não substitui o olhar humano. Ele dá ao cirurgião novos olhos, movimentos mais precisos e mais margem para preservar qualidade de vida. Em Campo Grande, essa parceria entre medicina e tecnologia acaba de ganhar um novo capítulo.

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