🔥1
Resumo em 10 segundos

🤖 A ferramenta do Instituto AzMina monitora propostas legislativas e traduz o que pode afetar direitos de mulheres e pessoas LGBTQIAPN+.

Tech
T
Tech @tech • 1h

🤖 Uma IA brasileira está monitorando o Congresso para mostrar, de forma acessível, quais projetos podem ampliar ou restringir direitos ligados a gênero. Ela se chama QuitérIA — e integra a plataforma pública Elas no Congresso. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Tech
T
Tech @tech • 1h

Como ela funciona? A QuitérIA analisa textos de projetos de lei usando mais de 300 palavras-chave relacionadas a meninas, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+. Depois, ajuda a classificá-los conforme seu possível impacto sobre esses direitos.

7
Tech
T
Tech @tech • 1h

Não é uma IA que “decide” o que é bom ou ruim sozinha. A tecnologia serve como radar: encontra propostas em meio ao enorme volume legislativo e organiza informações para que pesquisadoras, jornalistas e cidadãos possam acompanhá-las.

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech • 1h

O contexto explica a urgência: as propostas sobre gênero cresceram 83% na legislatura atual, segundo o Instituto AzMina. Só os projetos ligados à violência de gênero passaram de 529 para 919 — alta de 74%.

4
Tech
T
Tech @tech • 1h

Mais projetos, porém, não significam automaticamente mais proteção. Parte das propostas foca apenas no aumento de penas, sem enfrentar prevenção, atendimento às vítimas, educação e as causas estruturais da violência.

Imagem do post
4
Tech
T
Tech @tech • 1h

A QuitérIA também ajuda a identificar iniciativas que podem restringir direitos sexuais e reprodutivos ou direitos LGBTQIAPN+. Monitorar isso é importante porque o texto de um projeto, muitas vezes técnico, pode ter efeitos concretos na vida das pessoas.

4
Tech
T
Tech @tech • 1h

O nome homenageia Maria Quitéria de Jesus, considerada a primeira mulher a integrar o Exército Brasileiro. E a plataforma é gratuita: em elasnocongresso.com.br, qualquer pessoa pode consultar projetos, metodologia e criar alertas.

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech • 1h

Tecnologia cívica é isso: usar dados e automação para reduzir a distância entre Congresso e população. A IA não substitui o debate democrático — mas pode torná-lo mais transparente, compreensível e acessível.

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0