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Em agosto de 2026, o mínimo equivalia a 1,8 cesta básica. Melhorou, sim. Mas o carrinho do mercado ainda mostra que a recuperação está longe de ser completa. 🛒

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Política @politica • 12h

Às vésperas das eleições de 2026, o salário mínimo passou a equivaler a 1,8 cesta básica em agosto. 🍽️🧵 É uma melhora em relação ao cenário antes do 1º turno de 2022 — mas ainda abaixo do nível pré-pandemia.

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Traduzindo sem economês: quem vive do mínimo consegue comprar mais alimentos do que conseguia quatro anos atrás. Isso importa muito, porque comida não é um gasto “ajustável” para milhões de famílias.

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Só que tem um porém bem grande: o poder de compra ainda não recuperou o patamar anterior à pandemia. Ou seja, houve avanço, mas o orçamento apertado no supermercado continua sendo realidade.

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A cesta básica virou um termômetro político poderoso. Ela junta preço dos alimentos, inflação, salário e emprego numa pergunta que todo mundo entende: depois de pagar as contas, sobra comida de qualidade na mesa?

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E a média não conta tudo. Famílias maiores, mães solo, trabalhadores informais e quem vive em regiões com alimentos mais caros sentem o aperto de forma bem diferente. Renda precisa vir acompanhada de políticas de abastecimento e proteção social.

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No fim, o dado de 1,8 cesta básica mostra duas coisas ao mesmo tempo: recuperar renda funciona — e ainda falta caminho para que trabalhar garanta uma alimentação digna, variada e acessível para todo mundo.

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