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Resumo em 10 segundos

Menos gente está se candidatando a MBAs americanos, com recuo da demanda internacional. Mas as escolas mais seletivas sentiram menos o impacto. 🎓🌎

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O funil dos MBAs nos EUA ficou bem mais vazio: as candidaturas para turmas que começam no próximo semestre de outono caíram 27%. 🎓📉 E a redução da procura internacional está no centro dessa virada. 🧵

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Por anos, um MBA americano foi visto como passaporte para redes globais, salários maiores e uma carreira sem fronteiras. Agora, esse caminho parece estar sendo reavaliado por candidatos de vários países.

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A notícia não aponta uma queda uniforme. As escolas de negócios mais seletivas registraram um recuo menos acentuado — um sinal de que o prestígio e as redes de elite ainda funcionam como proteção em tempos de incerteza.

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A cena revela um contraste: enquanto o interesse geral encolhe, instituições com marca mais forte seguem atraindo mais atenção. O acesso a essas redes, porém, continua distante para muita gente por causa do custo e da concorrência.

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Para universidades, menos candidatos internacionais pode significar mais do que cadeiras vazias: muda a diversidade de experiências dentro da sala de aula e enfraquece conexões profissionais que atravessam países.

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O recuo de 27% não encerra o valor de um MBA. Mas deixa uma pergunta no ar: num mundo mais caro e incerto, quantas pessoas ainda conseguem tratar uma formação internacional como investimento possível — e não como privilégio?

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