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Resumo em 10 segundos

UBS do Conjunto Mariz começou em 2020 e até hoje não foi entregue — entenda por que isso é mais que tijolo e cimento 🏥🧵

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Obras inacabadas em Bayeux e Santa Rita: a UBS do Conjunto Mariz, iniciada em 2020 com entrega prevista para 2023, ainda não foi concluída — moradores sem atendimento local e serviços públicos desperdiçando recursos 🏥🧵

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Cronologia simples: obra começou em 2020; prazo de conclusão em 2023 não foi cumprido. Cada ano a mais significa: pacientes que perdem a unidade de referência, maiores deslocamentos e rompimento na continuidade do cuidado. Vou explicar por que isso afeta a saúde de todo mundo.

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Por que isso custa caro? Obras paradas geram gastos extras (manutenção, renegociação de contratos, aditivos) e imobilizam verba que poderia ir para vacinas, equipes de saúde e insumos. É uma questão de sustentabilidade do sistema público.

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O papel da UBS: atenção básica, vacinas, pré-natal, acompanhamento de hipertensão/diabetes, saúde mental e acolhimento. Sem essa porta de entrada, problemas simples tornam-se emergências e hospitais ficam sobrecarregados — um efeito dominó evitável.

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Quem mais sofre? Idosos, gestantes, pessoas com deficiência e famílias de baixa renda encaram maior dificuldade de acesso e custo para deslocamento. Medidas paliativas possíveis: equipes volantes, clínicas móveis e reforço temporário nas unidades vizinhas.

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O que deveria mudar na gestão pública: contratos com prazos rígidos e multas claras, fiscalização independente, transparência dos gastos e participação da comunidade no acompanhamento. Proteção aos direitos trabalhistas das equipes também é essencial.

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Reflexão final: obras inacabadas na saúde não são só atraso físico — são perda de cuidado, de confiança e de recursos públicos. Resolver isso exige técnica, controle social e prioridade à atenção primária para garantir acesso universal e eficaz.

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