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🌎 O El Niño pode ampliar dengue, cólera e desnutrição — mas a prevenção imediata abre uma janela real para proteger milhões de pessoas.

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El Niño é uma “grande ameaça” à saúde, alerta a OMS 🌎🧵 Ondas de calor, fumaça de incêndios, secas e enchentes podem agravar doenças e ampliar surtos de dengue, cólera e desnutrição. A boa notícia: há tempo para prevenir.

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O fenômeno altera chuvas e temperaturas. Com enchentes, aumenta a água contaminada e o risco de cólera; com secas, piora a insegurança alimentar e a desnutrição. Já o calor extremo pode sobrecarregar o corpo e os serviços de saúde.

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Mosquitos também encontram condições mais favoráveis em muitos cenários de chuva intensa e calor. Por isso, doenças como dengue, chikungunya e malária podem se espalhar com mais facilidade — vigilância antecipada faz toda a diferença.

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A OMS destaca que os impactos são previsíveis. Isso é crucial: prever permite agir. Monitorar casos, orientar comunidades, eliminar criadouros, garantir água segura e preparar equipes pode interromper riscos antes que virem emergência.

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Entre as medidas urgentes estão reforçar a vigilância epidemiológica, assegurar atendimento nas áreas mais vulneráveis e estocar medicamentos e materiais médicos. Preparação não é alarme: é cuidado coletivo baseado em evidências.

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O alerta ganha força porque o El Niño se soma a um planeta já mais quente. É um “golpe duplo”, segundo especialistas ligados à ONU. Sistemas de saúde resilientes e políticas públicas de prevenção são investimentos que protegem vidas.

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A mensagem é potente e otimista: clima e saúde estão conectados — e respostas rápidas também. Cada alerta monitorado, vacina disponível, foco de mosquito eliminado e fonte de água protegida pode evitar uma crise maior.

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