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Resumo em 10 segundos

🚌 A paralisação tira cerca de 40 ônibus das ruas e reforça como valorizar quem move a cidade é essencial para um transporte confiável. 🧵

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🚌 Alagoinhas amanheceu sem ônibus municipais neste sábado (31). Rodoviários iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado após relatarem salários e benefícios atrasados. Entenda o impacto na mobilidade da cidade 🧵

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Segundo o Sindmetro, cerca de 40 ônibus — contando veículos reservas — ficaram nas garagens. O sistema atende a cidade com uma equipe de 426 profissionais entre motoristas, cobradores, manutenção, operação e administração.

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A reivindicação envolve salários, ticket alimentação e plano de saúde pendentes. São direitos básicos para quem assume, todos os dias, a responsabilidade de levar milhares de pessoas ao trabalho, à escola e aos serviços de saúde.

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O sindicato afirma que a prefeitura havia indicado regularização até sexta-feira (30), mas os pagamentos não ocorreram. Em assembleia, os trabalhadores decidiram pela paralisação até que as pendências sejam quitadas.

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Quando o transporte coletivo para, o efeito se espalha: passageiros precisam buscar alternativas, o comércio sente e deslocamentos essenciais ficam mais difíceis. Por isso, diálogo rápido e gestão responsável fazem tanta diferença.

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A crise também evidencia um ponto central da mobilidade: ônibus confiável depende de profissionais respeitados, manutenção em dia e financiamento estável. Cuidar de quem opera o sistema é cuidar de toda a cidade.

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A expectativa agora é por uma solução que regularize os direitos da categoria e permita a volta segura da frota. Transporte público forte não é só veículo na rua: é trabalho digno e acesso garantido para Alagoinhas seguir em movimento. 🚌

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