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Resumo em 10 segundos

Vacinar na gravidez protege duas vidas: a da gestante e a do bebê nos seus primeiros meses. Entenda por que a cobertura insuficiente preocupa. 🤰💉

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A OPAS alertou: a vacinação de gestantes ainda é insuficiente em grande parte das Américas. 💉🤰 Isso amplia o risco de infecções preveníveis para mães e recém-nascidos — justamente nos meses mais delicados da vida. 🧵

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Por que vacinar na gravidez importa tanto? Porque a imunização oferece uma proteção dupla: reduz o risco de doença grave na gestante e permite a transferência de anticorpos para o bebê ainda no útero.

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Essa transferência funciona como uma “proteção emprestada”: nos primeiros meses, quando o sistema imunológico do bebê ainda está amadurecendo e nem todas as vacinas podem ser aplicadas, os anticorpos maternos ajudam a defendê-lo.

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A urgência é grande: quase metade das mortes infantis no mundo ocorre nos primeiros 28 dias de vida, o período neonatal. Parte delas está ligada a infecções que podem ser evitadas com vacinação materna adequada.

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Entre as doenças que podem ser prevenidas estão coqueluche, tétano neonatal, influenza e vírus sincicial respiratório (VSR). Nas Américas, também há recomendação de vacina contra COVID-19 na gestação, conforme os calendários de cada país.

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Os dados da OPAS mostram o tamanho do desafio em 2025: entre os países que notificaram informações, a cobertura contra influenza em gestantes foi de 61%. Para tétano, difteria e coqueluche, chegou a 77,3%. Ainda há lacunas importantes.

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Não basta a vacina existir: ela precisa estar disponível no pré-natal, com orientação clara e registro integrado ao prontuário. Fortalecer a atenção básica e os sistemas de informação evita oportunidades perdidas e amplia um cuidado que protege duas vidas.

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