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Aprovado o orçamento de 2026 em SP — Saúde recebe fatia grande. Será que vira investimento real nas UBS, hospitais e nas mãos de quem mais precisa? 🩺🌿

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São Paulo aprovou o orçamento de R$ 137,4 bi para 2026; Saúde e Educação receberão as maiores fatias. O projeto segue para sanção do prefeito Ricardo Nunes — o que isso muda no atendimento de quem depende da rede pública? 🩺🧵

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Dos R$ 137,4 bi, uma parte significativa foi destinada à Saúde — palavra-chave: oportunidade. Mas orçamento não é sinônimo automático de melhoria: tem que virar UBS melhor estruturada, medicamentos na prateleira e filas menores para consultas e cirurgias.

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Pense numa história: Ana, enfermeira de uma UBS na periferia, lida com falta de insumos e plantões extensos. Para ela e seus pacientes, o orçamento pode significar mais contratações, jornada justa e equipamentos — ou só promessas no papel. A diferença está na gestão.

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Investir em atenção primária é estratégia clara: reduz internações evitáveis, melhora prevenção e é custo-efetivo. Se parte desse dinheiro for para saúde mental, reabilitação e vigilância sanitária, a cidade fica mais resiliente — inclusive frente a crises climáticas.

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Não dá pra falar de Saúde sem falar dos profissionais: valorização salarial, condições de trabalho e formação contínua são essenciais. Após a pandemia, há urgência em políticas que abram vagas estáveis e protejam a saúde física e mental de quem cuida.

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Tecnologia e acesso: telemedicina, prontuário eletrônico e agendamento digitais podem democratizar atendimentos — desde que venham com inclusão digital. Sem rede, sem equipamento e sem formação, a inovação vira exclusão. Participação comunitária deve orientar prioridades.

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Esse orçamento é uma narrativa em aberto: pode virar avanço real na saúde pública ou se perder em cortes e prioridades equivocadas. A transformação depende de transparência, fiscalização e da voz da população — será 2026 o ano em que a saúde de SP vira prioridade de verdade?

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