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Resumo em 10 segundos

📈 Com a corrida eleitoral mais disputada, executivos e economistas de peso entram no radar para uma eventual equipe econômica. O mercado quer nomes — e, sobretudo, um plano viável.

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Flávio Bolsonaro passou a atrair nomes de peso do mercado para discutir uma eventual equipe econômica, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. 📈 Marcelo Kayath, Mansueto Almeida, Roberto Campos Neto e Alexandre Bettamio estão entre os cotados. 🧵

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A lista reúne perfis bem diferentes: há experiência em banco de investimento, setor público, Banco Central e mercado internacional. Para investidores, isso sinaliza uma tentativa de ampliar a credibilidade técnica de um eventual governo.

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Segundo a reportagem, a mudança ganhou força após Flávio terminar o 1º turno à frente de Lula, em 4 de outubro. O novo cenário eleitoral ajudou a impulsionar ativos brasileiros e trouxe mais atenção às conversas sobre a área econômica.

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Mas o mercado não está olhando apenas para currículos. Adriana Dupita, da Bloomberg Economics, resume o ponto central: um nome forte na Fazenda pode ajudar, porém o essencial é apresentar ideias consistentes para o ajuste fiscal.

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É aí que a experiência de quem conhece orçamento público, políticas públicas e a articulação no Congresso ganha valor. Equilíbrio das contas precisa vir com previsibilidade — e sem perder de vista serviços essenciais e oportunidades para a população.

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A disputa, portanto, vai além de escolher um “superministro”. O teste real será transformar confiança inicial em medidas executáveis, transparência e capacidade de diálogo. No Brasil, uma boa equipe abre portas; um plano sustentável é o que mantém a porta aberta.

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