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Resumo em 10 segundos

A mudança será gradual, com consulta, orientação e acompanhamento de perto. Entenda quem entra nessa primeira fase 💉

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Palmas iniciou a organização da troca gradual da insulina NPH pela glargina na rede municipal 💉🧵 A mudança faz parte de uma estratégia do SUS e começa com avaliação individual: nada de substituir medicamento por conta própria.

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Quem pode entrar nesta fase? Pessoas de 2 até antes dos 18 anos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2, seguindo os critérios do Ministério da Saúde.

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A previsão inicial é atender 60 pacientes. O número deve crescer à medida que novos kits chegarem — com insulina, caneta reutilizável e agulhas. É um avanço importante, mas o abastecimento contínuo faz toda a diferença.

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Antes de chamar os pacientes, as equipes das Unidades de Saúde da Família vão passar por capacitação. Médicos, enfermeiros, farmacêuticos e nutricionistas entram no processo. Diabetes não se cuida sozinho — cuidado em rede ajuda muito.

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Depois vem a busca ativa: as USFs vão identificar quem é elegível e convidar para consulta. Só com avaliação clínica o médico decide se a glargina é indicada e faz a nova prescrição com os cálculos recomendados.

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E tem um ponto bem importante: a troca inclui orientação sobre uso da caneta, rotina de aplicação, sinais de hipoglicemia e cuidados necessários. Tecnologia no tratamento só funciona de verdade quando vem acompanhada de informação acessível.

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A glargina é uma insulina de ação prolongada, mas não é “melhor para todo mundo” de forma automática. O acerto está justamente na transição planejada, com escuta e acompanhamento. No diabetes, tratamento seguro também é tratamento individualizado.

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