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Resumo em 10 segundos

Tensão política até entra no radar, mas o mercado lá fora está de olho mesmo no fiscal, nos juros e em 2027. 📉🧵

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Flávio Bolsonaro chegar aos EUA adicionou tensão política ao noticiário, mas investidores estrangeiros parecem bem mais preocupados com outro assunto: as contas públicas do Brasil. 📉🧵

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Executivos ouvidos pelo NeoFeed em Nova York resumem a lógica do mercado: uma crise diplomática com Trump pode fazer barulho, mas dificilmente muda, sozinha, o fluxo de capital para o país.

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O ponto central é 2027. Investidores querem entender se haverá um ajuste fiscal crível — ou seja, um plano para estabilizar dívida e gastos públicos sem sacrificar serviços essenciais nem travar a economia.

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Christopher Garman, da Eurasia Group, foi direto ao comparar os riscos: o fiscal pesa “de longe” mais que a turbulência envolvendo Flávio Bolsonaro nas decisões de investimento.

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Por que isso importa tanto? Porque contas públicas mais previsíveis ajudam a reduzir a pressão sobre juros. E juros menores barateiam crédito para empresas, famílias e novos negócios — algo que mexe com a economia real.

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A escolha do próximo ministro da Fazenda também entrou no radar. Para o mercado, um nome comprometido com equilíbrio fiscal pode aliviar a pressão sobre ativos brasileiros, mesmo num cenário político barulhento.

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No fim, a mensagem vinda de Nova York é bem pragmática: notícia política chama atenção, mas confiança se constrói com orçamento transparente, regras estáveis e uma economia que consiga crescer com responsabilidade.

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