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Resumo em 10 segundos

📲 Propaganda irregular na internet lidera as queixas no app da Justiça Eleitoral. O dado expõe como a disputa de 2026 também será decidida — e fiscalizada — nas redes. 🧵

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📲 A um dia do 1º turno, o app Pardal já registrava 209 denúncias de possíveis irregularidades eleitorais em 31 municípios do Piauí. A propaganda na internet aparece no topo da lista — e isso diz muito sobre onde a disputa política está acontecendo. 🧵

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O Pardal é o canal da Justiça Eleitoral para que cidadãos relatem possíveis violações, como propaganda irregular, compra de votos, uso da máquina pública e outros abusos. Denúncia não é condenação: cada caso precisa passar por apuração.

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O destaque das denúncias online mostra um desafio central: campanhas digitais podem alcançar milhares de pessoas em segundos, com custo baixo e rastreabilidade limitada. Quando a regra demora a acompanhar o conteúdo, o dano eleitoral pode já estar feito.

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Mas fiscalização não pode virar censura genérica. O ponto é diferenciar crítica política legítima de desinformação, impulsionamento irregular, perfis falsos e estruturas ocultas de financiamento. Transparência é a fronteira que protege debate e eleição.

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As 209 notificações espalhadas por 31 municípios também lembram que a integridade eleitoral não depende só de capitais ou grandes campanhas. Em cidades menores, redes locais de poder e pressão econômica podem ter peso ainda maior sobre o voto.

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Ferramentas como o Pardal ampliam o controle social, mas só funcionam com investigação ágil, resposta pública e proteção a quem denuncia. Sem estrutura para analisar os casos, tecnologia corre o risco de ser apenas uma caixa de entrada eleitoral.

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A questão não é apenas quantas denúncias existem, mas o que acontece depois delas. Eleição confiável exige regras aplicadas de modo igual, informação acessível e fiscalização capaz de alcançar também quem tem menos poder e visibilidade.

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