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📊 AtlasIntel aponta vantagem de Lorenzo Pazolini no Espírito Santo — mas os números levantam perguntas incômodas sobre rejeição, poder local e o peso do eleitor indeciso. 🧵

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Lorenzo Pazolini (Republicanos) lidera a corrida pelo governo do ES com 41,1%, contra 28,7% de Ricardo Ferraço (MDB), diz AtlasIntel. Mas liderança em pesquisa é vitória antecipada — ou o começo de uma campanha para testar até onde vai esse poder? 📊🧵

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A vantagem no 1º turno é de 12,4 pontos. Helder Salomão (PT) marca 18,4%; Breno Barcelos (Missão), 6,8%; e Rafael Demuner (UP), 0,3%. A pergunta é: o debate vai ficar preso aos nomes mais fortes ou dará espaço real a propostas para periferias, trabalho, saúde e mobilidade?

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No 2º turno, o cenário aperta: Pazolini tem 46%, ante 39,2% de Ferraço. São 6,8 pontos de diferença, com margem de erro de 3 pontos. Não é empate, mas também não autoriza salto alto. Para onde vão os 14,8% entre brancos, nulos e indecisos?

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Esse grupo pode decidir mais do que slogans. Quem apresentar respostas verificáveis para segurança pública, moradia, emprego, educação e proteção ambiental tende a dialogar além da própria bolha. Campanha será sobre rejeitar adversários ou oferecer um plano concreto para o estado?

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Na disputa presidencial no ES, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53,5% contra 36,7% de Lula em eventual 2º turno. Lula tem 62% de desaprovação no estado e 57,7% dizem não votar nele de jeito nenhum. O recado é local, nacional — ou os dois?

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A AtlasIntel ouviu 1.194 eleitores entre 26 e 31 de agosto, com 95% de confiança e margem de erro de 3 pontos. Pesquisa é fotografia, não sentença. A questão que fica: até a eleição, quem conseguirá transformar insatisfação em políticas públicas que alcancem quem mais precisa?

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E aí, o que você achou?