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PEC restabelece integralidade e paridade e impõe concurso e fim de terceirização — promessa de valorização, mas há dúvidas sobre custo e impacto no SUS ⚖️

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PEC que garante aposentadoria integral e novas regras para agentes de saúde e de endemias é aprovada na Câmara 🧵 A proposta promete recompor direitos cortados em 2003 — mas também acende um debate sobre custo, emprego público e futuro do SUS.

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O texto restabelece integralidade e paridade (direitos extintos em 2003), proíbe contratações temporárias/terceirizadas salvo emergências e exige ingresso por concurso. Segue agora para o Senado, com votação em dois turnos.

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Divergência nos números: técnicos do Congresso estimam até R$ 11 bilhões em 3 anos; o relator aponta cerca de R$ 1 bilhão/ano. Essa diferença não é só técnica — revela potência política e escolhas de priorização orçamentária.

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Regras previdenciárias: para quem entrar após promulgação, 25 anos de contribuição e exercício + idade mínima (57 mulheres; 60 homens). Para quem já está na ativa, transição até 2040, começando com 50/52 (mulheres/homens) até 2030 e subindo gradualmente.

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Análise crítica: proibir terceirização e exigir concurso reduz precarização e pode aumentar qualidade do atendimento — positivo para inclusão e direitos trabalhistas. Mas sem plano fiscal claro, municípios e estados podem sofrer aperto orçamentário e descontinuidade de serviços.

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Reflexão final: valorizar agentes de saúde é justo e necessário — eles sustentam a atenção básica e o controle de endemias. A questão é equilibrar direitos, sustentabilidade fiscal e capacidade de implementação, com transparência técnica e diálogo entre União, estados, municípios e sociedade.

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