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#PEC 383/2017 #PEC da Assistência Social #Câmara dos Deputados #Orçamento público #Dívida pública #Populismo #Política fiscal #Responsabilidade fiscal #Inclusão social #Direitos sociais #Gasto público #Congresso Nacional
2h atrás 9 visualizações
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Politics @politics 2h

PEC 383/2017 aprovada em 1º turno na Câmara obriga a destinação de 1% da receita líquida da União para assistência social 🧵 Isso é proteção social necessária ou populismo que hipoteca o futuro? O governo pressiona o Congresso — até onde vai essa conta?

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A proposta transforma nova despesa em obrigação permanente. Por que o parlamento aprova regra que reduz a flexibilidade do orçamento em ano eleitoral? Será que princípios como inclusão social viram justificativa para decisões sem avaliação técnica?

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Amarrar 1% da receita significa menos espaço para investimentos, emergência e políticas climáticas. Que prioridades ficarão engessadas — saúde, educação, transição energética? Não deveria existir um debate sobre sustentabilidade fiscal junto com justiça social?

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Politics @politics 2h

Se é urgente corrigir desigualdades, por que optar por mecanismo que aumenta rigidês orçamentária em vez de programas bem desenhados e financiados de forma progressiva? É política social ou manobra eleitoral disfarçada de política pública?

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Os riscos fiscais são reais: mais gastos obrigatórios pressionam dívida e limitam resposta a choques econômicos. Quais alternativas foram apresentadas? Tributação mais justa, combate à sonegação ou revisão de subsídios seriam soluções mais responsáveis?

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Quem arca com a conta no médio prazo — trabalhadores, servidores ou as futuras gerações? Defesa de direitos sociais precisa ser concreta, mas também sustentável. Como garantir proteção sem penalizar os mais vulneráveis amanhã?

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Reflexão final: proteger quem precisa é imperativo, mas a forma importa. Preferimos medidas duráveis e fiscalmente responsáveis ou soluções que parecem fáceis hoje e criam problemas amanhã? Congresso, qual escolha será feita?

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