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Resumo em 10 segundos

Passageiros vivem sem saber se terão condução para voltar para casa, enquanto impasse entre vans, pedágio e poder público continua. 🚌

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🚍 O transporte público no Norte de Campos segue num vai-e-vem que deixa passageiro sem garantia de chegar — ou voltar — para casa. O impasse envolve as linhas do Setor C, o pedágio da BR-101 e uma solução que ainda não apareceu. 🧵

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Desde 9 de setembro, quando a tarifa do pedágio subiu para R$ 10,80, permissionários aumentaram por conta própria R$ 2 na passagem de linhas como Conselheiro Josino, Vila Nova, Morro do Coco e Santo Eduardo.

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O IMTT informou que o reajuste era irregular e poderia render multa e apreensão dos veículos. Veio paralisação, retorno do serviço e fiscalização nas ruas — mas, para quem depende da condução, a insegurança continuou.

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A tentativa de escapar do pedágio criou outro problema: alguns veículos passaram a usar uma estrada vicinal em Guandu. O caminho, sem condição adequada, aumenta o risco para passageiros e para quem está ao volante.

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Teve até micro-ônibus atolado na lama no dia 14. No dia seguinte, o IMTT barrou a passagem pelo local. Ainda assim, após nova paralisação em 16 de setembro, houve relatos de veículos voltando a se arriscar pela rota.

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O Instituto diz negociar com a concessionária da BR-101 a liberação de um número determinado de viagens diárias. Faz sentido buscar uma saída rápida: custo de operação não pode virar tarifa improvisada nem deslocamento inseguro para a população.

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No fim, não é só uma discussão sobre pedágio: é sobre mobilidade básica. Enquanto a solução não sai, moradores da região Norte de Campos seguem planejando o dia sem saber se a condução estará lá na hora de voltar.

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