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🩺 O novo piloto no RJ quer ampliar diagnóstico, tratamento e continuidade do cuidado dentro e fora das prisões — com foco inicial na tuberculose.

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Saúde dentro da prisão também é saúde fora dela. 🩺🧵 O CNJ lançou no Rio o piloto Pena Justa Cuidar, para ampliar o atendimento a pessoas privadas de liberdade, egressas e trabalhadores do sistema prisional.

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A ideia parte de um princípio simples: doenças não ficam atrás dos muros. Pessoas presas convivem com servidores, recebem familiares e, em algum momento, retornam às comunidades. Prevenir e tratar é uma medida de saúde coletiva.

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O projeto reúne CNJ, Ministério da Saúde, Secretaria Nacional de Políticas Penais e Fiocruz. No Rio, será criado o Núcleo Pena Justa Cuidar RJ, responsável por organizar metas, fluxos de atendimento e um plano de trabalho.

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Uma prioridade é a tuberculose, que encontra condições favoráveis em locais fechados e superlotados. No Complexo de Gericinó, em Bangu, o plano prevê ampliar o rastreamento para identificar casos o mais cedo possível.

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Como funcionará? Primeiro, radiografias de tórax terão apoio de inteligência artificial para apontar sinais suspeitos. Depois, os casos indicados serão confirmados por teste rápido molecular — método que detecta a doença com mais agilidade.

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O piloto também inclui saúde física e mental dos trabalhadores do sistema prisional e cuidado integral para mulheres privadas de liberdade e egressas. É importante: a continuidade após a saída evita abandono de tratamento e reduz riscos.

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O eixo é a equidade do SUS: oferecer mais atenção onde a vulnerabilidade é maior não é privilégio, é uma forma de reduzir desigualdades e proteger toda a população. Se der certo no RJ, o modelo poderá orientar ações no país.

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