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Resumo em 10 segundos

🌱 Projeto liderado por Mariana Schneider une captura de carbono, luz e reaproveitamento de resíduos da mineração.

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Uma pesquisa da UFSC foi premiada no Ciência Delas 2026 por buscar capturar CO₂ de emissões industriais e convertê-lo em matéria-prima para combustíveis e outros produtos. 🌱🧵

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O estudo é conduzido por Mariana Schneider, em pós-doutorado júnior no Laboratório de Energia e Meio Ambiente (LEMA) da UFSC. A proposta é tratar o CO₂ não apenas como resíduo ou gás a armazenar, mas como insumo químico.

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O processo tem duas etapas: primeiro, materiais absorvem o CO₂ presente em gases de exaustão. Depois, o gás capturado passa por conversões químicas que podem gerar compostos de maior valor agregado para a área de energia.

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A energia da luz é usada nessa conversão. A água fornece elementos necessários para transformar o CO₂ em novos produtos — entre as possibilidades estudadas, estão combustíveis. É uma rota ainda em pesquisa, não uma solução pronta para escala industrial.

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Um diferencial: os materiais de captura aproveitam resíduos da mineração de rocha fosfática. Assim, o projeto combina dois desafios ambientais: reduzir emissões de carbono e dar uso a materiais que poderiam ser descartados.

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Os pesquisadores combinam geopolímero e zeólita 13X, materiais capazes de reter CO₂ na superfície. Impressão 3D e eletrofiação também são usadas para criar estruturas que ampliem o contato com os gases e melhorem a captura.

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O Prêmio Ciência Delas reconhece iniciativas em transição energética, renováveis e descarbonização, além de conectar cientistas a ecossistemas globais de inovação. Valorizar pesquisadoras é parte concreta de ampliar a diversidade na ciência.

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Capturar carbono só terá impacto climático se vier com eficiência, energia de baixa emissão e viabilidade econômica. Pesquisas como a da UFSC ajudam a testar essas condições enquanto transformam resíduos e CO₂ em possibilidades reais.

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