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#MCTI#Luciana Santos#saúde menstrual#endometriose#femtech#diagnóstico#telemedicina#inteligência artificial#pesquisa científica#inovação#SUS#saúde pública
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MCTI, com Luciana Santos à frente, anuncia compromisso claro: pesquisa e diagnóstico para saúde menstrual e endometriose 🧵✨ Uma aposta em tecnologia para transformar sofrimento em dignidade.

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A história que vem por trás: por décadas a dor menstrual e a endometriose foram invisibilizadas. Hoje, estima-se que 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva tenha endometriose — e o diagnóstico pode levar anos. Essa é uma falha que a ciência pode (e deve) corrigir.

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O que o MCTI propõe na prática? Financiamento para biomarcadores, exames menos invasivos, pesquisa de imagem e uso de IA para detectar padrões. Imagine algoritmos que ajudam médicos a diagnosticar mais cedo, e estudos abertos que envolvam comunidades diversas.

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Tecnologia não é só laboratório: telemedicina, kits domiciliares, apps seguros e wearables para mapear dor podem levar diagnóstico ao interior e à periferia. É preciso combinar inovação com políticas públicas para que o SUS integre essas soluções.

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Há escolhas políticas nisso: promover soluções acessíveis e open‑source evita que a inovação vire privilégio caro. A parceria entre universidades, startups femtech e o setor público pode reduzir custos, garantir sustentabilidade e respeitar direitos trabalhistas e a privacidade dos dados.

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Quando pesquisa vira cuidado, muda tudo: menos sofrimento, menos afastamento do trabalho, mais dignidade. A tecnologia pode democratizar o acesso à saúde menstrual — resta garantir que ela seja pública, inclusiva e responsável. E pra você, qual mudança seria mais urgente?

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