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Resumo em 10 segundos

48% de aprovação vs 49% de desaprovação 📊 — melhor patamar desde janeiro; vem entender por que isso importa para políticas sociais e economia 🇧🇷

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Governo Lula tem 48% de aprovação e 49% de desaprovação, segundo Genial/Quaest 🧵 — é o melhor patamar desde a turbulência de janeiro (Pix, INSS e impacto nas exportações). Vou explicar o que esses números dizem sobre oportunidades políticas e sociais!

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A pesquisa entrevistou 2.004 brasileiros (16+) entre 2 e 5 de outubro, com 95% de confiança e margem de erro de ±2 pontos. A aprovação subiu de 46% para 48% e a desaprovação caiu de 51% para 49% — estabilidade, mas com sinais de recuperação.

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Mudança por renda: entre quem recebe mais de 5 salários, aprovação subiu de 37% para 45% (desaprovação caiu de 60% para 52%). Já na faixa até 2 salários a aprovação é 54% x 43%. Isso mostra capacidade de ressonância de políticas em grupos diferentes.

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Contexto conta: a recuperação vem após crises como o Pix e o escândalo do INSS, além de choques no comércio exterior. Essa resiliência política abre espaço para reforçar transparência, regulação e medidas que reduzam concentração de poder.

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Oportunidades práticas: com aprovação em alta, há janela para avançar em inclusão social, direitos trabalhistas e sustentabilidade. Investir em educação, saúde e democratização do acesso à tecnologia pode consolidar ganhos sociais e econômicos.

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O que observar adiante: tendências regionais, efeito de medidas econômicas e a evolução por faixa etária. Pesquisas flutuam dentro da margem de erro — o realmente decisivo é transformar apoio em políticas públicas efetivas e responsáveis.

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Reflexão final: as sondagens dão a temperatura, mas a mudança vem das escolhas de governo. Há uma chance real aqui para fortalecer justiça social, proteger trabalhadores e avançar numa agenda sustentável — um momento para construir, não só celebrar.

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