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🐶🐱 Natal liberou cães e gatos nos ônibus, sem tarifa extra. Mas as regras cabem na rotina de todo tutor? 🧵

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Natal aprovou a entrada de cães e gatos nos ônibus urbanos — sem cobrança extra para o tutor. 🐶🐱 Mas quem poderá usar essa novidade na prática, e sob quais limites? 🧵

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A lei já está em vigor, mas ainda depende de regulamentação do Executivo, prevista para até 60 dias. A pergunta é: haverá orientação clara para motoristas, cobradores e passageiros ou cada viagem virará uma discussão?

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O limite é de 12 kg por animal. Acima disso, o pet fica de fora — mesmo que seja dócil e esteja bem acondicionado. Como ficam tutores de cães médios e grandes que também dependem do transporte coletivo?

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A caixa de transporte precisa ser fechada, ventilada, higienizada e ter forro absorvente. Faz sentido para segurança e convivência. Mas o padrão de até 60 x 40 x 36,5 cm é acessível e viável para todos os animais permitidos?

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Outro ponto: nada de pet no ônibus das 5h às 9h e, nos dias úteis, das 16h às 20h. Evitar lotação protege passageiros e animais — mas e quem trabalha justamente nesses horários e precisa levar o pet ao veterinário?

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A gratuidade é um acerto: cobrar outra passagem por um animal em caixa seria criar mais uma barreira de acesso. Ainda assim, sem informação, fiscalização equilibrada e estrutura, uma boa lei pode ficar restrita ao papel.

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Cães-guia e de assistência seguem a legislação federal específica, como deve ser. A nova regra abre caminho para uma mobilidade mais acolhedora, mas deixa a questão: transporte público pode ser inclusivo se só funcionar para parte dos tutores e pets?

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