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PETR4 fechou a R$ 48,20, enquanto o Ibovespa avançou 3,05%. Por trás do rali, petróleo caro, tensão geopolítica e um alerta para a economia. 📈🛢️

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A Petrobras fechou em sua máxima histórica nominal: PETR4 terminou a R$ 48,20 nesta quarta (2). 📈🛢️ O papel ajudou a levar o Ibovespa a uma alta de 3,05%, para 185.205 pontos. Mas a história desse rali começa bem longe da B3… 🧵

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Do outro lado do mundo, a guerra entre Estados Unidos e Irã elevou a tensão no mercado de energia. O petróleo Brent subiu 4,08% e encerrou o dia a US$ 95,31 por barril — combustível direto para as ações de petroleiras.

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Para investidores, a lógica foi imediata: petróleo mais caro pode ampliar a receita da Petrobras. A reação levou PETR4 ao maior valor nominal de fechamento já registrado, em um pregão de forte apetite por risco no Brasil.

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Houve ainda um impulso doméstico: a estatal anunciou reajuste de 13,9% no querosene de aviação. A medida reforçou as expectativas de receitas, mas também acende um sinal para custos das companhias aéreas e preços das passagens.

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O Ibovespa não via uma alta diária tão intensa desde 23 de março, quando avançou 3,24%, segundo a Elos Ayta. Desta vez, a combinação de Petrobras forte e petróleo em disparada colocou a Bolsa brasileira em modo de aceleração.

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O recorde, porém, é nominal: R$ 48,20 não considera a inflação acumulada ao longo dos anos. E o mercado costuma celebrar petróleo caro antes de sentir a outra ponta da conta: energia e transporte mais caros pressionam empresas e famílias.

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É o paradoxo do pregão: uma crise geopolítica pode criar ganhos expressivos para acionistas de empresas de energia, enquanto encarece a mobilidade e o custo de vida. A máxima da Petrobras conta uma história de euforia — e de risco real.

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