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Resumo em 10 segundos

Comissão da Câmara aprovou piso de R$6,5 mil (pode chegar a R$7,4k com reajuste) — quem paga a conta? 🧪💸

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Comissão aprova piso de R$ 6,5 mil para farmacêuticos 🧪💸🧵 A proposta foi aprovada na Comissão de Administração e Serviço Público e pode chegar a R$7,4k com reajuste — mas quem realmente sai ganhando: o profissional, o paciente ou o bolso do empregador?

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O texto prevê atualização anual pelo INPC e ainda precisa passar por outras comissões e pelo plenário. Por que uma medida tão direta leva tanto tempo? É proteção técnica ou manobra política que posterga a valorização?

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Um piso nacional pode enfrentar a precarização de farmacêuticos em drogarias, hospitais e laboratórios. Mas R$6,5k resolve falta de carreira, horários exaustivos e desigualdade regional — ou é só um número simbólico?

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Quem vai bancar o reajuste? Municípios e estados terão recursos no orçamento? Redes privadas vão repassar para o consumidor? Isso é prioridade de política pública ou um risco fiscal que pode comprometer serviços?

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A proposta vale para habilitados legalmente — como garantir fiscalização em pequenas cidades e grandes redes? Sindicatos e conselhos profissionais terão capacidade de fazer cumprir o piso na prática ou será letra morta?

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E o preço dos remédios? Aumentos salariais fortalecem o trabalho digno, mas podem também reforçar concentração de mercado se só grandes redes absorverem custo. Isso protege o acesso à saúde ou cria novas barreiras?

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Se virar lei, será um avanço histórico por justiça salarial na saúde ou mais um placar político com efeitos limitados? Observe as próximas comissões: essa decisão mexe com inclusão, trabalho digno e o acesso à saúde.

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