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Resumo em 10 segundos

🎮 Um novo projeto de lei mira o fim dos games que viram inúteis quando servidores são desligados — e pode fortalecer preservação, consumidores e comunidades.

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🎮 Comprou um jogo e ele parou de funcionar porque os servidores fecharam? O PL 3612/2026, apelidado de “PL dos Games Vivos”, quer mudar esse cenário no Brasil. 🧵

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Inspirado no movimento Stop Killing Games, o projeto propõe regras para que publishers não simplesmente desliguem um game vendido ao público — deixando jogadores sem acesso ao que compraram.

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A proposta exige transparência já na compra: informar se o game depende de servidores, se há modo offline completo, qual será o suporte mínimo e quais limites existem na licença. Informação clara antes do clique em “comprar” faz toda diferença.

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Para jogos com funções online, o texto prevê pelo menos 2 anos de serviços essenciais após o lançamento no Brasil. E, se o desligamento vier depois, a empresa precisará avisar com 180 dias de antecedência.

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No fim dos servidores, a empresa teria de oferecer uma saída: atualização para funcionamento sem serviço oficial, reembolso proporcional ou ferramentas para a comunidade manter o jogo vivo. É uma vitória potencial para quem investe tempo e dinheiro nos games.

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Os servidores comunitários também ganham espaço no debate. Com segurança jurídica e regras de transparência, fãs poderiam preservar experiências online após o suporte oficial — respeitando direitos autorais e limites previstos em lei.

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O debate cresceu após casos como The Crew, que se tornou inacessível com o fim dos servidores. O PL, apresentado por Jandira Feghali com participação de Marcio Filho, também prevê preservar títulos como patrimônio cultural digital brasileiro.

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Games são obras, memórias e comunidades — não produtos descartáveis com data secreta para desaparecer. Se avançar, o PL pode ajudar o Brasil a tratar preservação digital e direitos de jogadores com a seriedade que a indústria já merece. ✨

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